No programa Brasilianas.com, da TV Brasil, foi discutido a indústria de aplicativos no Brasil. Somos um dos maiores consumidores de aplicativos do mundo, sendo hoje o quinto país que mais realiza downloads desses produtos Esse setor movimenta no mundo US$ 25 bi e a previsão é que pode chegar a US$ 70 bi até 2017.

O diretor-presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação de São Paulo (Assespro-SP), Marcos Sakamoto, diz que o segmento de aplicativos é muito novo no Brasil. O volume de negócios passou a ter expressividade a partir de 2012 e está se desenvolvendo acima da média do setor de TI, que cresce acima da média das outras indústrias no Brasil.

Luis Dosso, diretor de negócios da Dextra, explica que no começo a demanda de mercado era para teste de ideias. Depois, essa visão evoluiu e hoje as empresas usam aplicativos móveis como complemento de aplicações tradicionais de negócios, possibilitando uma abrangência maior do alcance dos sistemas. Em breve os aplicativos serão a primeira plataforma para negócios.

Diego Remus, diretor da Startupi acredita que a tendência do mercado é o desenvolvimento de aplicativos que complementem o setor de serviços e ofereçam facilidades para os usuários. A vida útil desse tipo de aplicativo é maior, fica mais tempo instalado no aparelho celular. É diferente, por exemplo, de aplicativos de entretenimento, que são desinstalados mais rapidamente e trocadas pela próxima novidade. Dosso lembrou que por dia, no Google Play, entram mais de 1.000 aplicativos novos, então, se destacar nesta multidão é um grande desafio.